Praças, fumaça e andaimes
Sinto-me como um tijolo
}soluçando{ entre dúzias
de outros suportando tolo
todo peso cambaleando,
ligados nesse concreto
fraco, desse corpo reto
lógico e cômico.
Sou lugar de descanso
uma passagem do tráfego
de botas, chinelos e sapatos
num baile sujo e trágico.
Um pedaço de pedra,
a paisagem concreta
atrapalhando o retrato.
Marina Ráz
sexta-feira, agosto 25, 2006
sexta-feira, agosto 18, 2006
Acene novamente
Imensidão, todas as passagens
são paredes brancas, vejo tantas
mensagens riscada nos muros;
códigos, pedidos de socorro, mas
são todas sussurros em coro.
Onde me levam meus passos
para calabouços, cadafalsos?
Sento-me no chão e espero
meu corpo se enraizar no asfalto,
pois é tudo que quero. Que
o mundo me tome de assalto.
Marina Ráz
Imensidão, todas as passagens
são paredes brancas, vejo tantas
mensagens riscada nos muros;
códigos, pedidos de socorro, mas
são todas sussurros em coro.
Onde me levam meus passos
para calabouços, cadafalsos?
Sento-me no chão e espero
meu corpo se enraizar no asfalto,
pois é tudo que quero. Que
o mundo me tome de assalto.
Marina Ráz
segunda-feira, abril 24, 2006
quarta-feira, abril 05, 2006
sexta-feira, março 31, 2006
quarta-feira, fevereiro 22, 2006
domingo, fevereiro 19, 2006
sábado, agosto 06, 2005
segunda-feira, agosto 01, 2005
quarta-feira, junho 22, 2005
sábado, junho 18, 2005
sábado, junho 04, 2005
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sexta-feira, maio 06, 2005
terça-feira, abril 19, 2005
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