quarta-feira, novembro 18, 2009

Poema visitante

Eu escrevo, anoto, comporto,
entorno de mim. Como se um braço,
estivesse me apertando a cada traço,
ponto, virgula e espaço.

Risco com esse verso
o riso leve e imenso
que guardo e carrego
como um vaso velho,
que ainda aguarda flores.

Marina Ráz.

3 comentários:

fábio de souza disse...

é sempre um prazer ler essa mulher. muito bom. bjo!

Vita Brevis disse...

Como se fôssemos a continuação de nossa própria literatura..

Ivan Santos disse...

Um divino vaso